Editorial dezembro de 2011


      Ser um amante de onde se vive é uma forma de não sermos desleais com o lugar que se nasce, ou que se opte em viver. Estou vivendo em Cordeiro há 36 anos, em idas e vindas a minha cidade natal, Sorocaba-SP, que também amo. Minha família se radicou em Cordeiro, tendo pela cidade também uma paixão.
      E como amante de onde se mora e vive, não podemos gostar dos descasos feitos na cidade. Pessoas que usam do poder para massagear egos, se esquecendo que foram eleitos, ou colocados em secretarias, para atender a população, como deve ser em uma democracia e não impondo gostos, como é em ditaduras. Amar e se dedicar ao local em que se vive é uma forma de não sermos ingratos com o local que nos acolhe. Por isto o amor a cidade de Cordeiro.
      No dia 31 de dezembro Cordeiro irá completar 68 anos de emancipação política. E pessoas que amaram a cidade, sejam elas cordeirenses de nascimento, ou que vieram para cá para ajudar no desenvolvimento da cidade, foram as grandes responsáveis por Cordeiro nascer com potencial de evolução. Pessoas dignas que dignificaram a cidade.
      Cordeiro tem muito mais idade desde que foi iniciada a povoação. E tem histórias dignas de seus personagens que criaram uma cidade com potencial sempre latente, que só depende de atitudes honestas para ser cada vez maior e respeitada.

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